Alckmin diz que pretende 'apertar o cinto do governo' ao reduzir ministérios e cargos



O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, disse nesta segunda-feira (10) que, se eleito, pretende “apertar o cinto do governo”. Para isso, afirmou que pretende reduzir o número de ministérios e de cargos comissionados, além de devolver prédios alugados pela União.

Como parte de sua agenda de campanha, o tucano visitou a entidade judaica beneficente Beit Chabad, na zona Sul de São Paulo. No local, ele participou de celebrações do ano novo judaico, que começaram na noite de domingo e se estenderão até terça-feira (11).

A imprensa não foi autorizada a acompanhar a cerimônia. Na saída, Alckmin concedeu uma entrevista em que defendeu a reforma política e o corte de gastos públicos para ajudar conter a crise fiscal.

“A nossa proposta é apertar o cinto do governo”, afirmou ao criticar o desequilíbrio das contas do Executivo. “Quer dizer o governo não paga a dívida e ainda gasta R$ 130,140 bilhões a mais por ano. Não pode continuar dessa forma. Isso vai trazer consequências muito graves. Já trouxe, né? 13 milhões de desempregados por falta de confiança e de investimento”, disse.

Para enxugar o tamanho da máquina estatal, ele se comprometeu a diminuir o número de ministérios e o de cargos comissionados. “Nós vamos reduzir ministério, cargo comissionado, avião, frota, devolver prédio alugado”, declarou.

Depois, o candidato seguiu para outro compromisso de campanha em São Paulo. Ele se encontrou com integrantes do movimento Agora, grupo que reúne representantes da sociedade civil atuantes em diversas áreas sociais.

Eles apresentaram ao candidato 130 propostas de políticas públicas em oito setores: desigualdades, educação, saúde, segurança pública, reforma do estado, sustentabilidade, governo e tecnologia, e economia.

À noite, Alckmin cumpre agenda na cidade de Santos, no litoral paulista.
Fonte: G1, em 10/09/2018
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