Proposta de reforma administrativa vai reavaliar 300 carreiras na União



O governo Michel Temer deverá deixar para o próximo presidente da República uma proposta de reforma administrativa, com redução das 300 carreiras existentes.

O plano vai prever maior mobilidade de servidores entre os órgãos, alongamento da ascensão remuneratória, redução de salários iniciais e novos incentivos para o bom funcionário público.

As mudanças poderão ser encaminhadas ainda neste ano ao Congresso Nacional na transição de governo.

Em entrevista à Folha, o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, afirmou que a reforma administrativa é tão necessária quanto à da Previdência e a revisão de programas sociais para garantir o cumprimento do teto de gastos.

Segundo ele, a situação da máquina administrativa hoje “não está gerenciável”. “Agora isso é briga de cachorro grande, mais difícil do que a reforma da Previdência.”

Há dois meses no cargo, Colnago disse que o repique na inflação provocado pela paralisação dos caminhoneiros ajudará o próximo governo a cumprir o teto no primeiro ano, abrindo folga fiscal de R$ 12 bilhões a R$ 15 bilhões.

Ele sugerirá ao Palácio do Planalto uma nova tentativa para postergar o reajuste do funcionalismo em 2019. Neste ano, a medida foi barrada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski.
Fonte: Folha de São Paulo, em 24/06/2018
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