Temer diz que reforma da Previdência 'não vai tirar direito de ninguém'


O presidente Michel Temer afirmou nesta quarta-feira (15) que a reforma da Previdência proposta por seu governo e que está em tramitação no Congresso vai evitar que o INSS entre em "colapso" e que, se aprovada, "não vai tirar direito de ninguém."

"Nós apresentamos um caminho para salvar a Previdência do colapso, para salvar os benefícios dos aposentados de hoje e dos jovens que se aposentarão amanhã. Isso, parece ser coisa 'será que é para tirar direitos de pessoas?'. Em primeiro lugar, não vai tirar direito de ninguém. Quem tem direito já adquirido, ainda que esteja no trabalho não vai perder nada do que tem", disse Temer durante evento do Sebrae, em Brasília.

 
A declaração foi feita no dia em que várias cidades do país registram protestos contra a reforma da Previdência. Em São Paulo, e na região metropolitana da capital paulista, por exemplo, ônibus e metrô pararam no início da manhã (circulação voltou a funcionar parcialmente por volta das 8h30). O metrô funciona parcialmente ao longo do dia e rodovias foram bloqueadas.

Temer afirmou que o seu governo tem feito medidas populares e não populistas e que, apesar de não ter aprovação imediata, elas terão reconhecimento posterior.

“As medidas populistas começam cheias de aplausos, para logo depois se relevar um desastre absoluto. As medidas populares não têm aplausos imediatos, mas têm o reconhecimento posterior”, disse.


Desemprego

O presidente disse ainda que espera que haja uma redução significativa do desemprego no país, principalmente a partir do último trimestre do ano.

“O mercado vem dando notícias nessa direção”, afirmou Temer durante evento de lançamento do programa Senhor Orientador.

O programa do Sebrae em parceria com o Banco do Brasil contratou 310 bancários aposentados para dar orientação de crédito a pequenos empresários. Os consultores contratados têm mais de 60 anos.

Durante o evento, Temer disse que aceitaria a sugestão do presidente do Sebrae, Guilherme Afif, de estudar um programa para incentivar a contratação de trabalhadores com mais de 60 anos.

Fonte: Portal G1, em 15/03/2017
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