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04 abril 2017

A partir dessa semana o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) fará reuniões semanais para organizar o conjunto dos servidores federais na Greve Geral contra as reformas da Previdência, Trabalhista e a retirada de direitos no dia 28 de abril. O Fórum reúne entidades representativas do conjunto de servidores federais em todo o Brasil. Para preparar as dezenas de categorias que compõem o serviço público federal as entidades vão acompanhar a organização dos servidores também nos estados. O objetivo é se somar às demais categorias que também vão aderir a esse movimento de paralisação seja do setor público, iniciativa privada, do campo ou da cidade.

Ao longo de março ações muito positivas foram promovidas e já dão o tom de que a unidade e mobilização da classe trabalhadora tem se intensificado. No dia 15 de março, diversas capitais e cidades do interior fizeram atos e manifestações contra as reformas da Previdência e Trabalhistas e em defesa dos direitos da classe trabalhadora. Mais de 1 milhão de pessoas foram às ruas contra os desmontes que tem sido promovidos pelo governo ilegítimo e golpista de Michel Temer. No dia 28, servidores federais promoveram ato no aeroporto de Brasília onde recepcionaram diversos parlamentares com cartazes onde se lia “Reforma da Previdência. Se votar sim, não volta” e sob gritos de “Não vai ter PEC, vai ter luta”.


No mesmo dia, os servidores promoveram uma marcha fúnebre que culminou com o enterro simbólico dos direitos da classe trabalhadora em frente ao Ministério do Planejamento. O Fonasefe solicitou uma audiência, mas os representantes dos servidores não foram recebidos. Apesar dos protestos e de muita mobilização, a aprovação e sanção da lei que regulamenta a terceirização irrestrita nas empresas, inclusive as empresas públicas, é motivo para que a luta se intensifique ainda mais nas ruas.

Além de já estar buscando a derrubada jurídica dessa afronta que enfraquece o trabalhador nas relações e no mercado de trabalho, as entidades e centrais sindicais, em conjunto com todo movimento da sociedade civil organizada, precisa intensificar as ações nas ruas em todo o Brasil. É isso que faremos no dia 28 de abril quando a classe trabalhadora deve parar e dar um basta nesses desmandos de um governo que não tem nenhuma legitimidade para conduzir propostas que atacam frontalmente direitos duramente adquiridos.

Vamos reagir e resistir nas ruas. Vamos denunciar todo parlamentar que diz representar o povo e está votando contra nossos direitos. A resistência é construída diariamente e está se ampliando. Só nossa unidade pode garantir o recuo dos golpistas. Nenhum direito a menos. Nenhum passo atrás.

Fonte: Condsef, em 03/04/2017
Esta publicação tem caráter meramente informativo. Todos os artigos e notícias são de responsabilidade de seus autores e fontes, conforme citados acima no link, não refletindo necessariamente a opinião deste site.

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