Sem avanços sobre reajuste, servidores da Justiça Eleitoral ameaçam eleições municipais


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O resultado da reunião desta terça-feira entre os líderes dos partidos na Câmara dos Deputados não agradou aos servidores do Judiciário, especialmente aos que pertencem à Justiça Eleitoral. O grupo não gostou da indicação do líder do governo na Casa, deputado André Moura (PSC-SE), de que os projetos que preveem aumentos salariais para várias categorias do funcionalismo federal não serão discutidos nesta semana. O atraso na análise das propostas fez com que o grupo lançasse ameaças de represálias envolvendo as eleições municipais, em outubro.

— Os servidores da Justiça Eleitoral trabalharam por dois anos para a realização das eleições. Já indicamos ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, que precisamos de apoio por parte do Judiciário. Estamos na fase final da preparação das eleições, e o reajuste (de 41,47%) é aguardado — disse Adilson Rodrigues, coordenador da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e do Ministério Público da União (Fenajufe).

Moura indicou que os trabalhos na Câmara estarão voltados para a votação dos requerimentos de urgência sobre projetos. O deputado, porém, não deu previsão para que os reajustes entrem em pauta.

O aumento salarial para os 117 mil servidores do Judiciário federal e dos 17 mil do Ministério Público da União (MPU) foi apresentado em agosto de 2015, pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Fonte: Jornal Extra, em 01/06/2016

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