Judiciário volta atenção ao Congresso


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O Congresso Nacional aprecia hoje uma lista de 32 vetos presidenciais, entre eles, ao Projeto de Lei 28/15, que prevê reajuste entre 53% e 78,56% na remuneração dos servidores do Poder Judiciário Federal. Todos os 32 projetos têm impacto de R$ 127,8 bilhões em quatro anos. O aumento do Judiciário representaria R$ 25,7 bilhões no mesmo período. Com medo de não ter apoio suficiente para manter os vetos, a presidenta Dilma Rousseff pediu ontem aos presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) que não deixem que os textos sejam analisados hoje.

Após a reunião com Dilma Rousseff, Eduardo Cunha defendeu que “concretamente, não se deve derrubar esse veto”. O parlamentar declarou que “seria uma atitude de colocar mais gasolina na fogueira, de acender fósforo em tanque de gasolina” e que, por conta disso, não será partidário à derrubada do veto.

Já o senador José Medeiros (PPS-MT) defendeu ontem que os servidores não podem ser responsabilizados pelas dificuldades enfrentadas pelo país: “A lógica do raciocínio não pode ser essa. O governo fazer estripulia, gastar demais, dar subsídio de toda sorte, dar isenção, desoneração e depois tentar tirar isso do lombo dos trabalhadores, do lombo dos servidores. Isso é inaceitável”.

http://blogs.odia.ig.com.br/coluna-do-servidor/2015/09/21/judiciario-volta-atencao-ao-congresso/

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