As carreiras que aderiram à greve devem preparar o fôlego para aguentar pelo menos mais dois meses de protestos.
A despeito da greve geral no funcionalismo deflagrada no último dia 18, a presidente Dilma Rousseff não pretende discutir reajustes salariais até que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) seja aprovada na Câmara, o que deve ocorrer na primeira quinzena de julho se a oposição não atrasar a votação do projeto.
O Planalto sustenta que as despesas de pessoal são uma questão a ser discutida durante a preparação da Lei Orçamentária Anual (LOA) e não da LDO.
Isso significa que, independentemente da gritaria dos sindicatos, uma contraproposta só deve ser apresentada no fim de agosto, quando acaba o prazo para encaminhamento da LOA ao Congresso.
Texto extraído de: Blog do Servidor
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